Foi autorizada nesta quinta-feira (30) pelo vice-governador, Francisco Pinheiro, a retomada da obra de construção do hospital polo de Acaraú, na Região Norte, paralisada desde 2002. Para a conclusão da unidade, o Governo Estadual investirá R$ 1,6 milhão. Com a assinatura da ordem de serviço, o Estado garante atendimento de saúde à população dos municípios de Acaraú, Jijoca de Jericoacoara, Bela Cruz, Itarema, Marco e Morrinhos. “Serão quase 200 mil pessoas beneficiadas. É um projeto significativo que vem se somar aos esforços que o governo está fazendo nesse segmento para dá um salto na saúde no Ceará”, ressaltou Pinheiro, referindo-se a construção de dois grandes hospitais regionais. Um deles, em de Juazeiro do Norte e a outra unidade em Sobral.

Finalizado, o Hospital Polo de Acaraú, vai disponibilizar 50 leitos e três salas cirúrgicas em uma infraestrutura de aproximadamente 3 mil metros quadrados. Serão oferecidos atendimentos nas áreas de oftalmologia, otorrinolaringologia, obstetrícia, traumatologia e ainda cirurgia geral.

O secretário adjunto da Saúde, Marcelo Sobreira, aproveitou para fazer um balanço das ações e metas da pasta para o Interior do Estado. Ele anunciou a construção de 21 policlínicas. Três delas – Baturité, Pacajus e Russas – já estão com as obras em andamento. Nessas unidades, a população do Interior terá acesso a exames e serviços que atualmente, na rede pública, são realizados somente na Capital. Na área da saúde bucal serão construídos 18 Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs).

Sobreira informou ainda que a Central de Licitações do Estado já divulgou o edital para concorrência pública que prevê a construção de uma nova unidade do Hospital Geral de Fortaleza (HGF). A licitação acontece no próximo dia 5 de agosto e o projeto, que inclui a construção de 96 leitos de internação, está orçado em R$ 14,3 milhões. Somente no HGF o governo estadual já investiu recursos da ordem R$ 94 milhões.

Em todo o Ceará há 34 hospitais que reforçam a assistência a saúde da população na média e alta complexidade e atenção secundária. São os chamados hospitais-polo para onde são destinados, através da Secretaria da Saúde, R$ 3,5 milhões.

Fonte:casa civil

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